População
386.791
Censo 2022 · IBGE
Estimativa do IBGE para 2026: 422.461
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Código IBGE 2611101. Os números abaixo vêm de fontes oficiais — o IBGE, o Tesouro Nacional, o INEP, os ministérios da Saúde e do Trabalho e a Controladoria-Geral da União —, com a fonte ao lado de cada um.
Dados atualizados em .
386.791
Censo 2022 · IBGE
Estimativa do IBGE para 2026: 422.461
R$ 10,58 bilhões
2023, a preços correntes · IBGE
R$ 10.577.530.000,00
R$ 27.347
PIB de 2023 dividido pela população do Censo 2022
50,48%
Dentro do limite
R$ 818 milhões de R$ 1,62 bilhão
da A arrecadação do município menos as transferências que ele é obrigado a repassar, com os ajustes que a Lei de Responsabilidade Fiscal manda fazer. É o denominador do percentual de gasto com pessoal.Ler mais na Ajuda → · 3º quadrimestre de 2025 · SICONFI
Em população, Petrolina tem mais habitantes que 182 dos 185 municípios de Pernambuco — a O valor do meio: metade dos municípios fica abaixo dele, metade acima. Ao contrário da média, não se move com poucos valores extremos.Ler mais na Ajuda → do estado é 21.427 habitantes.
O O PIB do município dividido pela população. A página diz de que ano é cada um.Ler mais na Ajuda →, R$ 27.347, fica acima da mediana de Pernambuco, que é R$ 15.043.
Os 185 municípios de Pernambuco, lado a lado, na página do estado.
Municípios sem o valor na fonte ficam fora da conta, não no fim dela: não saber a população de um município não o torna o menor do estado. E isto situa, não classifica — população e PIB não são mérito, e o site não os apresenta como se fossem.
No 3º quadrimestre de 2025, Petrolina declarou 50,48% da sua receita corrente líquida ajustada comprometidos com pessoal. A Lei de Responsabilidade Fiscal fixa 54,00% como teto para o Executivo municipal, e 51,30% como O patamar de alerta da Lei de Responsabilidade Fiscal, a 95% do teto. Passar dele já proíbe criar cargo, conceder aumento e contratar — antes de o teto ser atingido.Ler mais na Ajuda → — passar dele já proíbe criar cargo, conceder aumento e contratar. Em reais: R$ 818 milhões de despesa sobre R$ 1,62 bilhão de receita.
O percentual não é recalculado aqui: ele vem calculado e declarado pelo próprio município. Este painel não interpreta, não acusa e não declara ninguém em descumprimento — mostra o número publicado ao lado do teto legal. O que é RCL ajustada?
O teto legal responde se está dentro da lei. Não responde se Petrolina é um caso isolado ou se boa parte do estado está no mesmo lugar — e as duas situações pedem leituras opostas do mesmo número.
Entre os 184 municípios de Pernambuco que entregaram o relatório com valor plausível, Petrolina está acima de 60% deles. A mediana do estado é 49,02%.
Cada coluna é um grupo de municípios de Pernambuco com gasto parecido: quanto mais alta, mais municípios ali. A linha cheia com o ponto é Petrolina; a fina, a mediana do estado; as tracejadas, o limite prudencial e o teto legal.
Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional — RGF Anexo 01 · 3º quadrimestre de 2025.
Entram na comparação apenas os que entregaram o relatório e cujo percentual está entre 0 e 100%. Quem não entregou não tem número — tratá-lo como zero o poria no fim da fila por não ter prestado contas, que é o inverso da verdade. E um percentual acima de 100% é erro de preenchimento: contado, empurraria todos os outros um degrau.
O comprometimento com pessoal caiu 4,40 pontos percentuais entre o primeiro e o último quadrimestre publicado. Cada linha abaixo é um relatório entregue por Petrolina ao SICONFI. A série tem uma interrupção: há um trecho em que Petrolina não entregou relatório, e o gráfico deixa o vão à vista em vez de ligar os pontos por cima.
Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional — RGF Anexo 01 · 1º quadrimestre de 2020 a 3º quadrimestre de 2025.
| Período de quatro meses. O ano tem três, e o 3º termina em dezembro.Ler mais na Ajuda → | Gasto com pessoal (% da A arrecadação do município menos as transferências que ele é obrigado a repassar, com os ajustes que a Lei de Responsabilidade Fiscal manda fazer. É o denominador do percentual de gasto com pessoal.Ler mais na Ajuda →) |
|---|---|
| 1º quadrimestre de 2020 | 54,88% |
| 2º quadrimestre de 2020 | 50,12% |
| 3º quadrimestre de 2020 | 46,88% |
| 1º quadrimestre de 2021 | 46,26% |
| 2º quadrimestre de 2021 | 47,29% |
| 3º quadrimestre de 2021 | 47,09% |
| 1º quadrimestre de 2022 | 47,46% |
| 2º quadrimestre de 2022 | 47,09% |
| 3º quadrimestre de 2022 | 50,58% |
| 1º quadrimestre de 2023 | 50,83% |
| 2º quadrimestre de 2023 | 52,07% |
| 3º quadrimestre de 2023 | 51,80% |
| 1º quadrimestre de 2024 | 49,72% |
| 2º quadrimestre de 2024 | 49,28% |
| 3º quadrimestre de 2024 | 49,28% |
| 3º quadrimestre de 2025 | 50,48% |
Quadrimestre sem linha é quadrimestre em que o município não entregou o relatório — não zero, e não estabilidade. Por que aparece “—”?
Em 2025, Petrolina aplicou 21,34% da receita própria de impostos em ações e serviços de saúde — em 2000 eram 6,39%. Está acima do A Constituição obriga o município a aplicar em saúde ao menos 15% da receita de impostos (Emenda Constitucional 29, de 2000, com a regra inteira desde 2004).Ler mais na Ajuda → de 15%, que vale desde 2004. A Emenda Constitucional 29, de 2000, começou exigindo 7% e escalonou até os 15% de hoje, então os primeiros anos da série não se comparam a essa régua. A mediana de Pernambuco no mesmo ano foi 21,54%, então Petrolina aplica menos que a metade dos municípios do estado — uma diferença de 0,20 ponto.
A linha grossa é Petrolina; a fina, a mediana dos municípios de Pernambuco em cada ano; a tracejada, quando cabe na escala, o mínimo de 15%.
Fonte: SIOPS/Ministério da Saúde — TabNet/DATASUS · 2000 a 2025. Coleta de 08/09/2026.
| Ano | Aplicado em saúde |
|---|---|
| 2000 | 6,39% |
| 2001 | 13,51% |
| 2002 | 14,14% |
| 2003 | 13,26% |
| 2004 | 15,75% |
| 2005 | 15,07% |
| 2006 | 19,16% |
| 2007 | 18,66% |
| 2008 | 21,92% |
| 2009 | 15,52% |
| 2010 | 16,57% |
| 2011 | 16,13% |
| 2012 | 15,78% |
| 2013 | 15,69% |
| 2014 | 16,06% |
| 2015 | 17,46% |
| 2016 | 19,70% |
| 2017 | 15,79% |
| 2018 | 18,12% |
| 2019 | 18,29% |
| 2020 | 16,79% |
| 2021 | 20,43% |
| 2022 | 19,77% |
| 2023 | 20,38% |
| 2024 | 20,85% |
| 2025 | 21,34% |
Recursos próprios aplicados em saúde.
No 6º bimestre de 2025, Petrolina liquidou R$ 1,79 bilhão de despesa, e a maior fatia foi educação, com 44,1% do total. Este é um relatório diferente do que traz o gasto com pessoal: o percentual acima responde se a folha cabe no limite, e a tabela abaixo responde no que o dinheiro foi gasto. Um não prevê o outro.
| Função | % do gasto | Em reais | Proporção |
|---|---|---|---|
| Educação | 44,1% | R$ 787 milhões | |
| Saúde | 15,8% | R$ 283 milhões | |
| Administração | 8,6% | R$ 153 milhões | |
| Previdência Social | 7,7% | R$ 137 milhões | |
| Urbanismo | 7,1% | R$ 127 milhões | |
| Encargos Especiais | 3,4% | R$ 60,04 milhões | |
| Comércio e Serviços | 2,8% | R$ 49,92 milhões | |
| Legislativa | 2,1% | R$ 37,95 milhões | |
| outras 14 funções | 8,4% | R$ 150 milhões |
Despesa O que de fato foi gasto: o serviço foi prestado ou o material entregue, e a prefeitura reconheceu a dívida. Diferente da dotação (o orçado) e da empenhada (o reservado).Ler mais na Ajuda → até o bimestre — o que de fato foi gasto, não o que foi orçado nem o que foi O dinheiro reservado no orçamento para um gasto já contratado, antes de o serviço ser prestado ou o material entregue.Ler mais na Ajuda →. Petrolina declarou gasto em 22 das 28 O gasto agrupado pela área a que se destina — saúde, educação, urbanismo —, numa classificação que a lei impõe igual a todo município.Ler mais na Ajuda → previstas na Portaria MOG 42/1999, e a soma delas fecha com o total que o próprio município declarou. Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional — RREO Anexo 02. O que é despesa liquidada?
No 6º bimestre de 2025, Petrolina arrecadou R$ 1,73 bilhão de receita corrente. 65,6% veio de transferências — dinheiro que a União, o estado e os fundos repassam, e 20,9% de impostos, taxas e contribuição de melhoria cobrados de quem mora e trabalha no município. É a outra metade da seção acima: ali está para onde o dinheiro vai, aqui de onde ele veio.
| Origem | % da receita | Em reais | Proporção |
|---|---|---|---|
| Transferências correntes | 65,6% | R$ 1,14 bilhão | |
| Impostos, taxas e contribuições de melhoria | 20,9% | R$ 361 milhões | |
| Receita patrimonial | 4,9% | R$ 84,70 milhões | |
| Contribuições | 4,7% | R$ 81,05 milhões | |
| Receita de serviços | 2,6% | R$ 45,19 milhões | |
| Outras receitas correntes | 1,3% | R$ 22,77 milhões |
Receita corrente realizada até o bimestre — o que de fato entrou no caixa, não o que foi orçado. Não inclui receita de capital (empréstimos e venda de bens), que é dinheiro de natureza diferente e não custeia o dia a dia. As origens listadas somam o total que o próprio município declarou; os itens de dentro dessas origens já estão contados nelas e não se somam por fora. Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional — RREO Anexo 01.
Entre o 6º bimestre de 2024 e o mesmo bimestre de 2025, o gasto total de Petrolina cresceu 16,3% em valores nominais. E a composição mudou: abaixo, as funções cujo peso no orçamento se deslocou mais de 1,0 A diferença entre dois percentuais. De 20% para 25% são 5 pontos percentuais — e um aumento de 25% sobre o valor de partida.Ler mais na Ajuda →.
Cada barra soma 100% — o que muda é a proporção, não o tamanho. É de propósito: reais de 2019 e de 2025 não são a mesma coisa, e uma barra proporcional ao total mostraria inflação onde se procura prioridade.
Fonte: SICONFI/Tesouro Nacional — RREO Anexo 02 · até o 6º bimestre de cada ano, de 2019 a 2025.
| Função | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Educação | 38,8% | 36,2% | 40,3% | 42,0% | 41,1% | 43,0% | 44,1% |
| Saúde | 18,0% | 19,8% | 20,2% | 17,2% | 17,5% | 15,6% | 15,8% |
| Administração | 11,9% | 11,6% | 10,5% | 11,8% | 11,2% | 8,7% | 8,6% |
| Urbanismo | 9,1% | 12,2% | 9,4% | 8,2% | 8,7% | 9,2% | 7,1% |
| Previdência Social | 7,6% | 7,9% | 7,5% | 7,6% | 7,9% | 7,9% | 7,7% |
| Encargos Especiais | 2,8% | 2,3% | 3,3% | 3,3% | 3,3% | 3,0% | 3,4% |
| Transporte | 0,4% | 0,2% | 0,6% | 0,6% | 0,0% | 0,2% | 0,3% |
| Assistência Social | 1,9% | 1,7% | 1,4% | 1,3% | 1,6% | 1,0% | 1,6% |
| Outras 20 funções | 9,5% | 8,1% | 6,6% | 8,0% | 8,7% | 11,4% | 11,5% |
| Total declarado | R$ 780 milhões | R$ 805 milhões | R$ 991 milhões | R$ 1,19 bilhão | R$ 1,36 bilhão | R$ 1,54 bilhão | R$ 1,79 bilhão |
A comparação é entre o mesmo bimestre de dois anos, e não entre bimestres do mesmo ano — o RREO é acumulado, então o 6º bimestre já contém o 4º e comparar os dois mediria quase nada. Os valores são Em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Comparar anos distantes assim mostra um crescimento maior que o do poder de compra.Ler mais na Ajuda →: parte do crescimento é inflação, e este painel não deflaciona nada. É também por isso que a série acima é em porcentagem: proporção não infla. Por quê?
Em 2025, a prefeitura de Petrolina e os fundos municipais receberam R$ 35,09 milhões em pagamentos de emendas parlamentares. Em 2026, até setembro, o saldo é de R$ 7,39 milhões.
Por habitante, são R$ 83,07 em 2025, pela população estimada de 2026: fica abaixo da O valor do meio: metade dos municípios fica abaixo dele, metade acima. Ao contrário da média, não se move com poucos valores extremos.Ler mais na Ajuda → dos 184 municípios de Pernambuco com pagamento no ano, que é R$ 319,43.
| Tipo de emenda | % de 2025 | Em reais | Proporção |
|---|---|---|---|
| De relator | 44,0% | R$ 15,43 milhões | |
| De comissão | 23,1% | R$ 8,09 milhões | |
| De bancada estadual | 18,4% | R$ 6,46 milhões | |
| Individual: finalidade definida | 14,5% | R$ 5,10 milhões |
Conta o que a União pagou à prefeitura e aos fundos municipais (como o de saúde) por A parte do orçamento federal cujo destino é indicado por deputados e senadores — uma prefeitura, um fundo de saúde, uma entidade. O site mostra o que a União pagou, não o que foi prometido.Ler mais na Ajuda → ao orçamento federal, pelo mês do pagamento, e não o que foi empenhado. Não entram os pagamentos a outros favorecidos no município, como o governo do estado, entidades e empresas. Até 2024, parte do dinheiro de emendas era paga ao Banco do Brasil, sem o município de destino; por isso a série desde 2015, no download desta página, mostra só o que foi pago diretamente à prefeitura e não se compara com 2025. Fonte: Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência, emendas parlamentares por favorecido, arquivo de 01/10/2026.
Petrolina destinou 44,1% do orçamento à educação no 6º bimestre de 2025. O O índice do INEP que combina o quanto os alunos aprenderam (prova do SAEB) com quantos avançaram de ano sem reprovar nem abandonar. Vai de 0 a 10, na mesma escala para todo o país.Ler mais na Ajuda → mede o outro lado da mesma conta: aprendizado e fluxo escolar, numa escala de 0 a 10. Abaixo, a rede municipal nos anos iniciais (1º ao 5º ano) — a que a prefeitura administra e financia.
Fonte: INEP/MEC — IDEB, resultados por município · edições de 2005 a 2025. Coletado em 11/10/2026.
De 3,3 em 2005 para 6,2 em 2025 — alta de 2,9 pontos. O município bateu a meta do INEP em 8 das 8 edições que tiveram meta.
| Edição | IDEB | Meta | Situação |
|---|---|---|---|
| 2005 | 3,3 | — | sem meta |
| 2007 | 3,6 | 3,4 | atingiu a meta |
| 2009 | 4,1 | 3,7 | atingiu a meta |
| 2011 | 4,8 | 4,1 | atingiu a meta |
| 2013 | 5,2 | 4,4 | atingiu a meta |
| 2015 | 5,6 | 4,7 | atingiu a meta |
| 2017 | 5,8 | 5,0 | atingiu a meta |
| 2019 | 6,2 | 5,3 | atingiu a meta |
| 2021 | 5,7 | 5,6 | atingiu a meta |
| 2023 | 6,0 | — | sem meta |
| 2025 | 6,2 | — | sem meta |
A mesma rede saiu de 2,9 em 2005 para 5,2 em 2025 — alta de 2,3 pontos. Bateu a meta em 8 das 8 edições que tiveram meta.
Fonte: INEP/MEC — IDEB, resultados por município · edições de 2005 a 2025. Coletado em 11/10/2026.
As duas etapas não se comparam entre si — têm provas e escalas próprias, e por isso aparecem em gráficos separados. Entre os municípios cobertos, a mediana de 2025 é 6,2 nos anos iniciais e 4,8 nos finais: a diferença é do instrumento, não um veredito sobre os alunos mais velhos.
Sem meta em 2005, 2023 e 2025 porque o INEP não publicou uma: 2005 é a linha de base, e o primeiro ciclo do IDEB encerrou em 2021, com as novas metas ainda em definição (Portaria MEC 26/2024). Travessão aqui é ausência de alvo, não alvo não atingido.
Gasto e nota estão lado a lado porque nenhuma das duas fontes os publica juntos — não porque um explique o outro. Quanto um município gasta e o que os seus alunos aprendem dependem de muita coisa que não está nesta página. O que é o IDEB?
Do A contagem de toda a população e de todos os domicílios do país, feita pelo IBGE; a mais recente é a de 2022.Ler mais na Ajuda →. Cada linha traz quantos, e não só a proporção: é o número absoluto que permite conferir na fonte, e a porcentagem sozinha esconde o tamanho do lugar.
| Indicador | Petrolina | Mediana do estado | Mediana do país |
|---|---|---|---|
| Água da rede geraldomicílios que possuem ligação à rede geral e a utilizam como forma principal | 93,8%120.376 de 128.380 | 64,0% | 75,8% |
| Esgoto ligado à rededomicílios que têm esgotamento por rede geral, rede pluvial ou fossa ligada à rede | 70,5%90.518 de 128.380 | 48,2% | 32,3% |
| Lixo coletadodomicílios que têm o lixo coletado | 91,5%117.499 de 128.380 | 74,4% | 85,1% |
| Internet no domicíliomoradores de 10 anos ou mais que vivem em domicílio com acesso à internet | 92,3%299.214 de 324.208 | 81,1% | 85,4% |
| Alfabetizaçãopessoas de 15 anos ou mais que são alfabetizadas | 91,6%270.490 de 295.381 | 79,4% | 90,6% |
| Ensino superior completopessoas de 18 anos ou mais que concluíram o ensino superior | 14,0%38.852 de 276.886 | 6,4% | 9,3% |
As medianas ao lado são dos municípios, não a taxa do estado nem a do país. São coisas diferentes, e o esgoto mostra por quê: metade dos municípios do país fica abaixo de 32,3%, e ainda assim 64,7% dos domicílios brasileiros têm ligação à rede — porque as cidades grandes concentram população e rede. Os dois números estão certos; trocá-los de nome não estaria. Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022, pelas APIs públicas de agregados.
Do A contagem de toda a população e de todos os domicílios do país, feita pelo IBGE; a mais recente é a de 2022.Ler mais na Ajuda →, que conta as pessoas onde elas moram, trabalhem ali ou numa cidade vizinha.
| Indicador | Petrolina | Mediana do estado | Mediana do país |
|---|---|---|---|
| Desocupaçãopessoas de 14 anos ou mais na força de trabalho que estavam sem trabalho, tinham procurado um e podiam começar | 6,2%11.326 de 182.028 | 8,6% | 4,1% |
| Contribuem para a previdênciapessoas ocupadas que contribuíam para instituto de previdência oficial | 61,6%105.237 de 170.702 | 42,4% | 59,5% |
Quem trabalhava e tinha rendimento recebia, em média, R$ 2.347 por mês, somados todos os trabalhos (a mediana dos municípios de Pernambuco é R$ 1.317; a do país, R$ 1.955). É a média que o IBGE publica, e uma média se move com poucos rendimentos altos.
Do O cadastro do IBGE que conta empresas, órgãos públicos e entidades, e os empregos formais deles, no município onde estão.Ler mais na Ajuda → do IBGE, que conta os empregos onde a empresa está. Inclui prefeitura, câmara e outros órgãos públicos, e não inclui quem trabalha por conta própria sem CNPJ.
| Indicador | Petrolina |
|---|---|
| Empresas e outras organizaçõesatuantes, incluindo órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos | 14.822 |
| Pessoas ocupadasassalariados, sócios e proprietários, em 31 de dezembro | 101.540 |
| Assalariadoscom vínculo de emprego, em 31 de dezembro | 83.303 |
| Salário médio mensalsalários do ano divididos por 13 e pelo número médio de assalariados | R$ 2.781 |
Pondo os municípios do país em ordem de salário médio, o do meio paga R$ 2.734: metade fica abaixo disso, metade acima. Entre os municípios de Pernambuco, o do meio paga R$ 2.253.
Do O registro, no Ministério do Trabalho, de cada contratação e de cada desligamento com carteira assinada, mês a mês, no município da empresa.Ler mais na Ajuda →, do Ministério do Trabalho, que registra cada contratação e cada desligamento com carteira assinada, no município da empresa. Em 12 meses foram 59.642 admissões e 55.876 desligamentos: Admissões menos desligamentos no período. Positivo, abriram-se mais vagas com carteira do que se fecharam.Ler mais na Ajuda → de +3.766 vagas. Só em agosto de 2026, o saldo foi de +1.170 vagas. Os municípios que mais abriram e mais fecharam vagas.
| Mês | Saldo (vagas) | Admissões | Desligamentos |
|---|---|---|---|
| set. 2025 | +834 | 5.176 | 4.342 |
| out. 2025 | −660 | 4.726 | 5.386 |
| nov. 2025 | −924 | 4.140 | 5.064 |
| dez. 2025 | −1.344 | 3.366 | 4.710 |
| jan. 2026 | +209 | 4.958 | 4.749 |
| fev. 2026 | +2.023 | 5.837 | 3.814 |
| mar. 2026 | +120 | 5.059 | 4.939 |
| abr. 2026 | +208 | 5.092 | 4.884 |
| maio 2026 | +853 | 5.278 | 4.425 |
| jun. 2026 | +410 | 4.890 | 4.480 |
| jul. 2026 | +867 | 5.579 | 4.712 |
| ago. 2026 | +1.170 | 5.541 | 4.371 |
Só emprego Quem trabalha com carteira assinada, sob a CLT. Servidor estatutário e quem trabalha por conta própria não entram no Caged.Ler mais na Ajuda →: servidor Quem entrou no serviço público por concurso, sob o estatuto do órgão e não sob a CLT. Não aparece no Caged.Ler mais na Ajuda → e quem trabalha por conta própria não entram. Os meses já incluem as declarações entregues fora do prazo e as exclusões feitas até agosto de 2026, como o número oficial “com ajustes”, e o mês mais recente ainda pode mudar. Zero admissões e zero desligamentos num mês querem dizer que nenhuma movimentação foi declarada, e não que falta o dado. No país, os mesmos 12 meses somam +887.708 vagas, o número que o Ministério do Trabalho publica e que esta base reproduz exatamente. Sumário executivo do MTE.
Cada barra é um ano inteiro, de janeiro a dezembro: admissões menos desligamentos, no mesmo O registro, no Ministério do Trabalho, de cada contratação e de cada desligamento com carteira assinada, mês a mês, no município da empresa.Ler mais na Ajuda →. Todos os anos incluem as declarações entregues fora do prazo e as exclusões feitas até dezembro de 2025.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, microdados do Novo Caged · 2020 a 2025, com ajustes até dezembro de 2025.
| Ano | Saldo (vagas) |
|---|---|
| 2020 | −58 |
| 2021 | +8.360 |
| 2022 | +3.130 |
| 2023 | +1.892 |
| 2024 | +3.301 |
| 2025 | +2.250 |
O número de um ano muda quando chegam ajustes novos, e pode ser diferente do divulgado no fechamento daquele ano: a cada dezembro fechado, a série inteira é refeita. No país, os mesmos anos vão de −189.393 vagas em 2020 a +1.279.498 em 2025, os números que o Ministério do Trabalho publica com os mesmos ajustes e que esta base reproduz ano a ano. Apresentação do MTE de dezembro de 2025.
Não existe taxa de desemprego atual por município em nenhuma fonte oficial. A do Censo é de 2022; a A pesquisa do IBGE, por amostra de domicílios, que mede a desocupação do país e dos estados a cada trimestre. Não é desenhada para medir cada município.Ler mais na Ajuda →, que o IBGE publica a cada trimestre, vai só até os estados e as capitais, e mede de outro jeito — as duas não se comparam. No Censo, a desocupação do país inteiro foi de 5,7%. E os recortes desta seção não precisam bater: o Censo conta quem mora aqui; o cadastro de empresas e o Caged, quem trabalha numa empresa daqui. Numa cidade vizinha de um polo, muita gente trabalha fora. Fontes: IBGE, Censo Demográfico 2022 e Cadastro Central de Empresas, pelas APIs públicas de agregados; a do Novo Caged está junto do gráfico.
A região imediata, do IBGE, reúne os municípios ligados a uma mesma cidade-polo, aonde a população vai para comprar, trabalhar, estudar e se tratar. Nesta são 6 municípios, Petrolina incluído. Fonte: IBGE, Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas (2017).
Todo número desta página pode ser baixado e conferido. Um painel de dado público que só deixa olhar está pela metade — número que ninguém consegue baixar é número que ninguém consegue contestar.
Separador ponto e vírgula e decimal com vírgula, como o Excel em português espera. Municípios que não entregaram o relatório aparecem como nao na coluna de publicação — nunca como zero.
Dados abertos de órgãos oficiais (IBGE, Tesouro Nacional (SICONFI), Ministério da Saúde (SIOPS), INEP, Ministério do Trabalho (Novo Caged), INSS, Banco Central, Ipea, INPE e Portal da Transparência (CGU)), com a fonte e a data de coleta ao lado de cada número. Os dados seguem a licença de cada fonte; o código é software livre sob AGPL-3.0. Este site não coleta nada sobre quem o visita.